Passeio às Serras Catarinense e Gaúcha-2017

     Finalmente conseguimos neste setembro colocar as nossas agendas em sintonia, e realizar mais uma expedição pela região serrana, desta vez ao norte de São José dos Ausentes.

     Foram dois  dias  de  intensas   atividades, muitas vezes sobre estradas de péssima qualidade, mas sempre recompensados pelas belezas naturais da região, e pela hospitalidade das pessoas. No dia 8 saímos de Criciúma e fomos até a Fazenda Potreirinhos (em São José dos Ausentes), onde pudemos testemunhar os caminhos dos rios Divisa e Silveira, lado a lado,  e com uma notável diferença de nível. A nossa intenção era também visitarmos o pico do Monte Negro, mas a dificuldade das estradas e a escassez de tempo não permitiram.

     No sábado/9 voltamos a subir a serra do Rio do Rastro, com destino a Urubici, um município que possui muitos atrativos naturais. Optamos por visitar a cascata Véu de Noiva, e o Morro da Igreja, com uma altitude de mais de 1700 m, localizado no Parque Nacional São Joaquim. Depois, já retornando para Criciúma, descemos a desfiadora serra do Corvo branco, e seguimos em direção a Grão Pará.

     Parabenizamos os bugueiros Papa-Terra pela organização, solidariedade, respeito à natureza e disciplina, em todo o percurso que fizemos, de mais de 1200 km.

     
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Trilha Pinhal a Dunas Altas -2017

     No dia 15 de abril os bugueiros do Papa-Terra reuniram-se no litoral para uma trilha pelos campos que circundam as lagoas costeiras entre Balneário Pinhal e Dunas Altas.

     É uma região bem menos prestigiada pelos aventureiros locais, que via de regra optam pela Trilha da Tuia, entre Cidreira e Tramandaí. Acabamos por concluir que esta tem a vantagem sobre a Tuia de ter menos dunas e mais trechos com grama, lama e água. Os bugueiros gostaram.

    Acessamos a trilha pela RS040, e seguimos em direção ao sul. Considerando os desvios foram 39 km de percurso total.

     Até chegarmos à Lagoa da Cerquinha a dificuldade era pequena, visto que tem chovido pouco, e naquele trecho a demarcação da trilha passa bem distante da lagoa. Em sequência percorremos a margem leste da Lagoa Rincão das Éguas, já com algumas passagens com barro, que se repetiram pelo costado da Lagoa da Porteira até Dunas Altas.

     Ao final optamos por deixar a trilha pela saída para a Granja Vargas. Já era noite, e a passagem foi difícil, pois havia muita areia solta nos caminhos entre o bosque de pinus.

 
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Expedição de Verão Papa-Terra

     No período de 07 a 15 de janeiro o Buggy Club Papa-Terra realizou a Expedição Lagoas do Sul, de Cidreira a Chuí. Como de costume, a proposta da viagem foi oferecer aos bugueiros no período de férias a oportunidade de desfrutar da liberdade de andar com os buggys por um longo percurso pela costa marítima, e explorar as belezas do litoral. Foi surpreendente a quantidade de tartarugas marinhas encontradas mortas na praia, especialmente entre Cassino e Hermenegildo.

     Na primeira metade da viagem ficamos sediados no Camping Estrela do Mar, em Balneário Hermenegildo.  De lá fizemos uma incursão até a extremidade sul da Lagoa Mangueira. Percorremos alguns quilômetros na margem leste, uma pequena amostra de sua extensa orla, onde nos deparamos com o frágil ecossistema do litoral sul, com cobertura vegetal incipiente e preservada, muito mais pelo acesso difícil do que pela consciência ecológica de nossa gente.

     No dia seguinte fomos até o nordeste do Uruguai. Estivemos no Parque Santa Tereza, caprichosamente administrado pelo exército. É uma área que contempla pelo menos quatro praias e uma das maiores áreas de camping da América do Sul. De lá seguimos para Punta del Diablo, onde experimentamos os tradicionais bolinhos de algas marinhas, preparados na hora.

     Na segunda etapa de nossa viagem, já em retorno, ficamos dois dias no Camping Rekanto da Lagoa, localizado em Barranco, São José do Norte. O local é uma verdadeira preciosidade da natureza, onde ainda pode-se encontrar mata nativa à beira da lagoa, livre das imensas plantações de pinus que alteraram a biodiversidade de grande parte do litoral gaúcho. É uma região habitada por pequenos pescadores, onde existem restaurantes dedicados à culinária e gastronomia com frutos do mar.

     Seguimos de retorno para Cidreira no domingo, com a sensação de que precisaríamos mais tempo para explorar o restante da "penínsola" e aproveitar mais aquela natureza privilegiada.

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De volta aos Campos de Cima da Serra

DSCN9039    No período de 12 a 15 de novembro os Buggy Club Papa-Terra realizou mais uma expedição pelo nordeste do Estado. É uma região que possui vários atrativos naturais, cujo acesso impõe caminhos muitas vezes difíceis, em estradas sem pavimentação e com muitas pedras, mas que nos recompensam com visuais inesquecíveis. No sábado visitamos a Cascata da Ronda, nos arredores de São Francisco, uma pequena maravilha localizada na periferia do parque das oito cachoeiras. DSCN9061    No domingo fomos a Cambará do Sul e visitamos o o cânion Fortaleza, localizado no Parque Nacional da Serra Geral, cujas bordas, geralmente bem definidas, delimitam a divisa entre os estados do RS e SC. Mesmo sem nos aprofundarmos em trilhas pelo interior do cânion, subimos em caminhada de três quilômetros até um dos pontos mais altos, o que nos permitiu contemplar quase toda aquela formidável beleza. À tarde fomos carinhosamente recebidos no sítio da família de nosso guia local Aguinelo Martins, que nos aguardava com um delicioso churrasco assado pelo Agnaldo.DSCN9127

    Na segunda-feira visitamos as cachoeiras do rio Tainhas, Passo da Ilha (em São Francisco de Paula), e Passo do S (em Jaquirana), que além de muito bonitas, têm a peculiaridade de permitir a travessia de veículos sobre o leito de pedra, coberto por uma lâmina de 20cm de água cristalina.

    Agradecemos ao bugueiro Cristiano Teixeira, idealizador da expedição, que não mediu esforços e reuniu as condições necessárias para que tudo acontecesse da melhor maneira.

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IMPLICAÇÕES DA MODIFICAÇÃO NAS RELAÇÕES DE TRANSMISSÃO DOS BUGGYS

Jairo Gutterres, Heraldo Fraga

    Os veículos utilizam um sistema de transmissão do movimento rotativo do motor para as rodas através de engrenagens, composto por uma caixa de câmbio e um diferencial. Esses componentes são capazes de entregar a potência para as rodas, de acordo com a necessidade do veículo, podendo privilegiar tanto a força (maior redução), quanto a velocidade (menor redução). A vocação, as circunstâncias de uso, e a potência do motor, previstos pelos fabricantes para cada veículo, determinam a sua relação de transmissão, isto é: o quão reduzida deverá ser a transmissão.

    A maioria dos buggys utiliza motores de 1600cm3, refrigerados a ar, que originalmente operavam em fuscas ou Brasílias, veículos que utilizavam caixas de câmbio de quatro marchas com a relação de diferencial 8 x 33 (4,125). Por esta razão adotaremos nesta análise o pneu 175/80 14 da Brasília como padrão de referência para as relações de transmissão.

    A natural adoção de pneus maiores na traseira dos buggys  torna mais longa a relação de transmissão, diminuindo proporcionalmente a força disponível do motor. Não podemos deixar de considerar que os buggys pesam em média 700 kg. A Brasília é 27 % mais pesada (890 kg). O baixo peso dos buggys minimiza o efeito dos pneus maiores, e é por isso que na maioria das situações apresentam desempenhos satisfatórios, a despeito dos pneus maiores.

    Alguns proprietários que têm interesse em melhorar a performance fora de estrada, buscam reduzir a relação de transmissão através da instalação de diferenciais  mais reduzidos,  tais como os 8 x 35 (4,375) originais dos VW 1300, 7 x 31 (4,429) dos VW 1200, ou 7 x 36 (5,143) da Kombi).

    Até que ponto podemos aumentar esta relação de transmissão sem deixar o buggy excessivamente reduzido? Depende muito do tamanho do pneu adotado e do propósito de utilização.

    - Se o propósito for andar exclusivamente fora de estrada, este receio pode ser pouco relevante, especialmente para quem possui o hábito de rebocar o buggy no asfalto.

    - Por outro lado, para os que desejam que o buggy continue tendo um desempenho razoável em estrada, e levando-se em consideração o seu menor peso, parece razoável manter-se uma relação final de transmissão que promova uma velocidade de deslocamento, em relação à rotação do motor, não menor do que a velocidade oferecida pela Volksvagen.

    Com o propósito de avaliar o efeito dessas alterações (diâmetro do pneu e relação do diferencial) elaboramos o quadro abaixo, no qual podemos comparar as rotações das rodas e as velocidade atingida em quarta marcha com rotação do motor a 2500 rpm, para quatro modelos de pneus na traseira, e três relações de diferencial.

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    A 2500 rpm do motor, as condições originais colocariam o VW Brasília a uma velocidade de 81,6 km/h. Constata-se que o uso de pneus 31/10,5 15 em lugar dos 175/80 14 (da Brasília) resulta em uma relação 24 % mais longa, e que este alongamento da transmissão pode mesmo ser compensado através do uso do diferencial de Kombi (7 x 36), que é 24,6% mais reduzido. Nessas condições a velocidade calculada para a 4ª marcha com o diferencial 7 x 36 (81,1 km/h) é praticamente igual à velocidade calculada para o uso de pneus 175/80 14 com diferencial original (8 x 33). Logo, esta prática torna o buggy tão reduzido quanto Brasília, cujo peso é 27% maior.

    Se ao invés de pneus 31/10,5 15, a opção fosse por outros de menor diâmetro, o efeito da adoção do diferencial reduzido seria mais expressivo: com 255/70 15, por exemplo, a velocidade cairia para 76 km/h, o que significaria uma redução de 7 % em relação à Brasília.

    Levando em consideração o baixo peso dos buggys, merece atenção a possibilidade de adoção do diferencial do VW 1300 (8 x 35), ligeiramente mais reduzido do que o do VW 1500 e Brasília, mas muito menos do que o da Kombi. Nessas condições pode-se melhor distribuir a potência do motor em marchas reduzidas, sem abrir mão da velocidade em estrada.

    Isto posto, resta concluir que considerando a potência do motor de 1600 cm3 e o baixo peso dos buggys, a opção de adaptação de uma relação de diferencial de kombi deve considerar o uso efetivo fora de estrada, pois pode em muitas situações resultar em excessiva ou desnecessária redução, com influência no conforto e no prazer de dirigir em rodovias.

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Encontro Amigos Buggy&Bar em Fortaleza

    Nos dias 26 a 29 de maio o Buggy Clube13321664_1321246664571319_1417096943677909981_n Papa-Terra participou do Encontro Amigos Buggy&Bar, que realizou-se em Fortaleza, e proporcionou a integração e troca de experiências entre bugueiros de diferentes estados.

    Em virtude de sua natureza privilegiada, com suas belíssimas praias, dunas e belezas ScreenShot349naturais, o nordeste brasileiro  é a região do país com a maior concentração de buggys, que se dividem entre os de uso particular, e os de trabalho, cujos bugueiros se organizam em associações para o atendimento aos turistas.

    O Encontro foi organizado pelo Fortal Clube Off Road, de Fortaleza, que compos uma intensa programação cuidadosamente selecionada, que alternou visitas às praias e restaurantes, em que experimentamos a culinária local e apreciamos a cultura nordestina com o ScreenShot351tradicional forró, assim como fizemos visitas técnicas às fábricas de buggys Fibber e Fibravan, às oficinas especializadas Buggytécnica e Isidoro Skap, e às associações de bugueiros de Morro Branco e Lagoinha.

    Parabenizamos o Fortal Clube Off Road pela realização do evento, que nos oportunizou fazermos novas amizades, e conhecermos esta terra abençoada e seu povo hospitaleiro. Levamos do Ceará ótimas e divertidas lembranças, que guardaremos para sempre.

    Agradecemos ao Pedro Carlos e seu grupo, nossos guias e anfitriões, sempre à disposição e com as melhores sugestões.

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Um sábado em Mostardas e Tavares

     No sábado 16 de janeiro o Buggy Clube Papa-Terra realizou o primIMG_5690eiro passeio trilha de 2016. Acumulávamos uma necessidade de deixarmos de lado os compromissos cotidianos em troca de um contato com a natureza. Optamos pela região de Mostardas, que nos proporciona muitos quilômetros com os buggys pela orla marítima. O cenário não poderia ser melhor: muito sol, mar azul, muitas aves litorâneas na costa, e pouco vento.12552824_933532390060868_1264930993624292681_n IMG_5649

     Depois de um almoço no Estrela do Mar seguimos em direção a Tavares, passando pelo interior do Parque Nacional da Lagoa do Peixe, e nos dirigimos até a Lagoa dos Patos. Após nos banharmos nas águas cálidas e calmas da lagoa, fizemos um “batismo” dos casais André e Isabel, e Quintino e Cláudia, os mais novos integrantes do clube, que recebemos no grupo com muita satisfação.

     Por aproveitarmos o dia ao máximo, retardamos a hora de saída. A viagem de volta se deu pela RST101, que nos reservou um asfalto de muitos buracos e algumas dificuldades mecânicas.

     O passeio acabou revelando-se exaustivo, já que chegamos a nossas casas na madrugada de domingo. Mesmo assim nos sentimos recompensados. Levamos para a semana que segue muitas e divertidas lembranças do convívio entre amigos, e a expectativa de que chegue o momento do próximo evento.

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Papa-Terra em Morro dos Conventos

DSCN8196   No dia 10 de outubro os bugueiros do Papa-Terra viajaram para o Balneário Morro do Conventos, em Araranguá, onde o Buggy Club Criciúma reuniu bugueiros dos três estados do sul, num evento comemorativo ao seu 4º aniversário. As intensas chuvas que antecederam a data limitaram o acesso a alguns locais. Mesmo assim ScreenShot318os visitantes puderam conhecer a beleza natural da região, tão bem apresentada pelos anfitriões. O encerramento da comemoração ocorreu à noite com um jantar de confraternização.

  Os encontros promovidos pelos clubes de bugueiros têm se revelado ótimas oportunidades para a troca de experiências e consolidação de amizades. Estes eventos tem se constituído em uma maneira eficaz de divulgar o uso do buggys para a prática de esporte junto à natureza, respeitando as fragilidade do ambiente natural. 18 Parabenizamos o Buggy Clube Criciúma pela passagem de seu aniversário e pela dedicação que tiveram em bem receber os participantes. Cumprimentamos os seus integrantes pelo esforço contínuo na divulgação do uso dos buggy para o lazer e descontração. Como foi um fim de semana estendido pelo feriadão, permanecemos na região no dia seguinte. Agradecemos especialmente ao Joel e à Denise, do Buggy Criciúma, que gentilmente nos guiaram e acompanharam até a região das ilhas, onde almoçamos e trilhamos pelas areias próximas á barra do rio Araranguá.

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Trilha no Banhado dos Pachecos

DSCN8112     Neste raro sábado de sol em julho os bugueiros do Papa-Terra decidiram explorar e conhecer um pouco mais do vasto interior de Viamão. Iniciando por Itapuã, seguimos pela Estrada da Varzinha, com uma breve escala no Restaurante Fraga. Depois, sempre por estradas de chão, seguimos em direção à RS040, e nos dirigimos para o Banhado dos Pachecos, que encontrava-se quase imerso em razão das intensas e frequentes chuvas que o mês de julho nos ScreenShot313reservou. É uma região de de várzea, muito utilizada para o cultivo do arroz irrigado, em lavouras de verão. Foram inúmeras passagens entre águas, arroios que transbordavam e muito barro, que nos gratificaram com desafios constantes e muita diversão. Embora a nossa pretensão fosse mais ambiciosa: alcançarmos Santo Antonio da Patrulha seguindo pela Coxilha das Lombas, ao cair da tarde nos demos por por satisfeitos e retornamos para Porto Alegre.

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Bolo Embriagado

Receita apresentada por Tida Gutterres Ingredientes: - 5 ovos;Bolo embriagado - 2 copos de farinha de trigo; - 2 copos de açúcar; - 1 copo de suco de laranja; - 1 colher das de sopa de fermento; - 1 lata de leite condensado; - 20 ml de leite de coco; - 1 pacote de coco ralado grosso;

Modo de fazer:

  1. Bater as claras e reservar;
  2. Bater as gemas com açúcar, juntar o suco de laranja e a farinha, aos poucos, batendo sempre;
  3. Tirar da batedeira, e acrescentar as claras e o fermento. Misturar;
  4. Untar e enfarinhar uma assadeira de aproximadamente 30 x 40cm;
  5. Assar em forno moderado (180ºC) por 30min;
  6. Misturar o leite condensado com o leite de coco em um recipiente;
  7. Retirar do forno (já assado), e ainda quente perfurar o bolo com um palito, e distribuir por cima a mistura de leite condensado e leite de coco.
  8. Por último, distribua o coco ralado.
 
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